Chore o quanto quiser chorar. Destrua vidas.
Porém, necessariamente aprenda:
a vida é uma só.
E a sensação é de como se ela tivesse acabado.
Será esse o tão falado Adeus, bonito e um dia tão charmoso "Carpe Diem"...?
Bon Jovi já dizia, em uma das suas canções mais belas ("Something for the Pain"):
"But I almost lost my faith when I hit reality"
Olha, eu só não perdi a minha fé porque eu sei que esse cantor maravilhoso vai estar sempre comigo, assim como a maioria dos meus amigos. E é sério, é maravilhoso mesmo. Se tu não ouviu ainda, tá deixando tua vida passar a toa...assim, assim.
Apenas um dia espero relembrar essa lembrança (é pra ser redundante mesmo, nunca disse que não) e dizer que, quanto à dor, nada fora em vão.
Mas para isso, todos nós precisamos de uma garantia.
"Talvez" não me garante porra nenhuma.
Um último esforço.
Eu gosto quando as pessoas se esforçam pra mim, mesmo eu sendo um pouco perdida quanto a isso. Normalmente, elas se esforçam até demais, coisa desnecessária.
Rapidinho.
Eu acabei de pausar a música da Lady GaGa que eu tava curtindo aqui afu. Já até dancei.
Acho que o silêncio que permanece no meu quarto é espetacular. Ou se tu preferir, aquele barulhinho gostoso do ar condicionado (pausa para a "gabação": cli-ma-ti-za-dor.) circulando pelo meu quarto, trocando o ar ruim pelo geladinho. É, qualquer um dos dois faz da minha concentração esse post infeliz, mas no final fica tudo bem.
Desnecessário porque se tu dá um sorriso, um abraço, faz um carinho... acabou. É isso. O sinal de compaixão, de que tu quer aquilo, de que o que tu busca tá nas tuas mãos e tu acabou de tocar nela.
Agora, se for o contrário...
É.
Já imaginou evitar um abraço?
E se tu estava acostumado com ele, então? Qual a sensação?
É...
Nem adianta balançar a cabeça. Eu aprendi que essas coisas acontecem, cedo ou tarde. Te prepara porque tu também vai passar por isso, se tu tava desejando que eu passasse (de novo) por isso, filho da mãe.
E tem uma palavra só que resume:
dor.
Não é muito agradável nem escrever a palavra. Dor. D-O-R. Dê, ô, érre. Alguns segundos semicerrando os dentes, fazendo um leve biquinho com os lábios e botando a língua entre eles, para o ínicio. Depois um recuo da língua junto ao seu companheiro céu da boca, nem precisando encostar nele.
Pode fazer.
Eu fiz.
A ansiedade também é um fator interessante. Fator de quê? Nem eu sei bem exatamente, mas é um fator, pra qualquer coisa: quando queremos começar uma prova, quando queremos terminar a prova e principalmente quando queremos ter a certeza que, no resultado, a letra A não tenha sido marcada com incerteza.
Isso mesmo. A de ansiedade.
Tenho que ser um pouco mais paciente. É um defeito, eu sei... "Tu conquista com o tempo," já me disseram. E logo em seguida completaram com uma paunocuzisse sem tamanho "mas para isso tem que começar desde já. Respeita isso e aquilo..."
Daí eu olho, como de costume e digo: eu não tenho muito tempo.
Mesmo estando de férias.
Carpe Diem é uma palavra forte e que, não só por causa da pessoa que tanto fala e martela nela, mas desde muito tempo eu a venho usando como um ENTRE ASPAS estilo de vida ENTRE ASPAS (é pra ver se chama mais a atenção). Exatamente. É ótima a sensação (como do primeiro post do blog) de aproveite o dia como se fosse o último.
O problema é que tu não sabe quando será o último.
O jeito é viver.
Se isso é um Adeus, eu não sei.
Eu só sei que vou colocar PLAY na minha música da Lady GaGa e voltar a dançar.
tirou um peso dentro de mim....
ResponderExcluirBah, nem sei o que comentar, fiquei afim de dizer muitas coisas.
ResponderExcluirSó posso dizer que o passado nunca me incomodou muito (sempre consegui ignorar) e o futuro é sempre incerto, por isso não me preocupo quase nada com a vida e prefiro viver o hoje. Gosto de hoje. =)
;*